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geral Quarta-feira, 19 de Maio de 2021, 08:59 - A | A

Quarta-feira, 19 de Maio de 2021, 08h:59 - A | A

EXTREMA POPREZA

MT tem cerca de 130 mil pessoas vivendo R$ 89 por mês

G1 MT

Reprodução

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Com o avanço da pandemia, aumenta a extrema pobreza entre a população. Em Mato Grosso, mais de 130 mil pessoas nesta condição. Um dos reflexos aparece no aterro sanitário da capital, onde, a cada dia, chega mais gente. A expectativa deste grupo é que o auxílio emergencial volte a ser pago pelo município.

De acordo com representantes do Movimento dos Catadores de Materiais Recicláveis do Aterro Sanitário de Cuiabá, o desemprego e a falta de auxílio fez o número de catadores mais que dobrar durante a pandemia.

Muitas pessoas que perderam o emprego procuram sobreviver no aterro sanitário.

Com o avanço da pandemia, aumenta a extrema pobreza entre a população. Em Mato Grosso, mais de 130 mil pessoas nesta condição. Um dos reflexos aparece no aterro sanitário da capital, onde, a cada dia, chega mais gente. A expectativa deste grupo é que o auxílio emergencial volte a ser pago pelo município.

De acordo com representantes do Movimento dos Catadores de Materiais Recicláveis do Aterro Sanitário de Cuiabá, o desemprego e a falta de auxílio fez o número de catadores mais que dobrar durante a pandemia.

Muitas pessoas que perderam o emprego procuram sobreviver no aterro sanitário.

Para Flavio Ferreira, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT), os catadores são invisíveis para sociedade.

O Secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, disse, em uma audiência na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que 130 mil pessoas vivem com R$ 89 por mês em Mato Grosso. Ou seja, isso reflete o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza no estado.

Especialistas explicam que o aumento dos preços dos produtos e do desemprego são fatores diretamente ligados aos altos índices de pobreza.

Em abril, a Defensoria Pública de Mato grosso recomendou à Prefeitura de Cuiabá que voltasse a pagar auxílio emergencial no valor de R$ 500 aos catadores, além da entrega de cestas básicas e materiais de biossegurança.

A prefeitura explicou que nas próximas semanas serão instalados banheiros químicos, bebedouros e também vão aumentar o número de refeições e cestas básicas distribuídas no local.

Sobre o auxílio, ainda está em fase de estudo sem data prevista para implantação.

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