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cidades Sábado, 20 de Março de 2021, 17:06 - A | A

Sábado, 20 de Março de 2021, 17h:06 - A | A

PRODUTO EM FALTA

Vídeo - Prefeita realiza campanha por doação de cilindros de oxigênio

A Gazeta

 

reprodução

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Com o aumento dos casos e internações por causa da covid-19 um problema tem afetado as prefeituras: a falta de cilindros de oxigênio, material indispensável nos casos graves do novo coronavírus. Em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), a prefeita Eliene Liberato (PSB) iniciou uma campanha para conseguir doações de cilindros, para evitar que pacientes deixem de ser atendidos.

O cilindro é o recipiente usado para o transporte e armazenamento do oxigênio em unidades hospitalares menores. O abastecimento desses vasilhames ocorre em algumas cidades polo no estado e com o aumento da demanda é preciso de mais cilindros para atender os pacientes internados e ainda dar tempo de fazer a recarga do material.

“Hoje está em falta no Brasil o cilindro. Quem puder doar para a ajudar a UPA, nos ajude. Para que a gente possa imediatamente mandar para Cuiabá para encher de oxigênio”, diz a prefeita em vídeo divulgado nas redes sociais.

Além da doação de cilindros, Eliene pede a ajuda da população para reduzir a contaminação pelo covid-19 no município, que tem fila de espera por vagas em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Quero pedir mais uma vez. Nos ajude. Precisamos que vocês mantenham o isolamento, usem máscara e só saiam de casa se necessário for. Precisamos contribuir para que mais vidas não se percam. Faço esse apelo à toda a sociedade cacerense. Só de ficar em isolamento, já nos ajuda muito”, afirma a gestora.

 

Cilindros em falta

A falta de cilindros em oxigênio não ocorre apenas em Cáceres. A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) pediu ajuda ao governo do Estado para auxiliar os municípios na aquisição do produto, que está escasso no mercado por causa da alta demanda.

Na última semana, Peixoto de Azevedo (691 km ao norte) também realizou uma campanha para arrecadar cilindros junto ao comércio local. Por lá, além da alta demanda, a cidade mais próxima para o abastecimento dos vasilhames fica a 3 horas de viagem, tornando o problema ainda mais grave.

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