20 de Março de 2025

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opinião Domingo, 22 de Setembro de 2024, 08:08 - A | A

Domingo, 22 de Setembro de 2024, 08h:08 - A | A

BAR DO BUGRE

PEQUENAS OBSERVAÇÕES

*GABRIEL NOVIS NEVES

 

 

 

 

Perder uma partida de futebol do clube que torcemos é doloroso.

 

Quando o gol sofrido é feito por um jogador veterano já aposentado dos gramados europeus, recém-curado de Covid, no final do segundo tempo, então é de ‘lascar de bom’.

 

Domingo tive ‘o prazer de assistir a esse gol’, feito num time cujo treinador está ultrapassado e se acostumou a perder.

 

O outro foi a ‘virada em um minuto’ de um time médio do Sul, contra o atual campeão da Libertadores da América.

 

No sábado vi o goleiro do meu time, que nunca havia defendido um pênalti, pegar a bola chutada pelo seu adversário, que está na ‘zona do rebaixamento’ do campeonato brasileiro série A.

 

São situações como essas relatadas que fazem do futebol o ‘esporte das multidões’.

 

Gosto de assistir aos jogos do meu time no primeiro horário de sábado, para poder ‘secar’ os outros jogos da rodada.

 

Secar os outros times do campeonato é tão gostoso como ver o nosso time ganhar.

 

Com a entrada do Cuiabá no campeonato dos vinte melhores times do Brasil, meu trabalho de torcedor aumentou muito.

 

Torço para o meu ‘time do coração’ ganhar o campeonato, e o meu ‘time bairrista’ não cair para a segunda divisão do brasileirão.

 

Quando o meu time ganha assisto pela televisão a resenha esportiva.

 

Nem me importo se estamos a menos de um mês das eleições e se há debates na televisão.

 

No outro dia fico sabendo que no debate político houve cadeiradas e xingamentos.

 

O curioso é que o autor da cadeirada no debate foi um antigo locutor esportivo.

 

Os times brasileiros disputam quatro campeonatos ao mesmo tempo: Brasileirão Série A, Taça Libertadores, Sul-Americana, Copa Brasil.

 

Antes tínhamos os campeonatos estaduais, regionais e ‘excursões caça-níqueis’.

 

Calendário com jogos duas vezes por semana, obriga os clubes participantes a grandes investimentos financeiros e humanos.

 

O Brasil exporta jogadores para a Europa, e importa de países sul-americanos.

 

E hoje, segunda-feira vou torcer para o Cuiabá derrotar o colorado de Porto Alegre e poder respirar na zona do rebaixamento.

 

Nada é impossível no futebol, mas perdemos o jogo e nos complicamos mais.

 

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*Gabriel Novis Neves

 

 

https://bar-do-bugre.blogspot.com/2024/09/pequenas-observacoes.html

 

 

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