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geral Sexta-feira, 07 de Maio de 2021, 09:38 - A | A

Sexta-feira, 07 de Maio de 2021, 09h:38 - A | A

CASO ISABELE RAMOS

Família de Isabele pede arresto de 25 imóveis dos Cestari

A Gazeta

Reprodução

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Imóveis pertencentes ao casal Marcelo Martins Cestari e Gaby Soares de Oliveira Cestari são alvo de medida cautelar assecuratória como garantia em futura ação de indenização por danos morais e materiais pela morte da estudante Isabele Guimarães Ramos, 14.

O pedido de arresto partiu da empresária Patrícia Hellen Guimarães Ramos, mãe da estudante assassinada com um tiro no rosto, na residência da família Cestari, em 12 de julho de 2020. São 14 imóveis registrados em nome de Marcelo, além de outros 11 em nome de Gaby. O valor da ação pode superar R$ 1 milhão. 

Em decorrência do pedido feito pela empresária, o magistrado Murilo Moura Mesquita, da 8ª Vara Criminal da Capital, determinou na quarta-feira (5) que a empresária “traga aos autos as certidões atualizadas das matrículas dos imóveis elencados, de onde poderá se extrair a descrição, localização e valores de aquisição dos bens, possibilitando, desta forma, apreciar o pedido de arresto até o limite do necessário”. O prazo dado para a juntada das certidões é de 15 dias.

O empresário Marcelo Cestari e a esposa foram denunciados pela prática do crime de homicídio culposo de Isabele, fraude processual, corrupção de menores e crimes do sistema nacional de armas. A filha adolescente do casal, B.D.O.C., 15, já cumpre medida socioeducativa de internação por 3 anos, pelo ato infracional análogo ao homicídio doloso de Isabele, desde o dia 19 de janeiro. A denúncia contra o casal data de 17 de novembro de 2020. Nesta ação, a empresária atua como assistente de acusação, com depoimento previsto para ocorrer ainda neste mês.

Crime

Isabele foi morta com um tiro no rosto pela amiga adolescente, no banheiro do quarto de B.D.O.C., no condomínio Alphaville. A autora do disparo, os irmãos menores e os pais praticavam tiro esportivo. Denúncia do Ministério Público apontou a negligência do casal com o armamento, já que no dia do crime várias armas e material bélico ficaram expostos na mesa da residência, enquanto os filhos do casal e outros amigos, também adolescentes, circulavam pelo local.

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